quarta-feira, 24 de março de 2010

REFLEXÃO DA LEITURA II

Carvalho A. (2006). Indicadores de Qualidade de Sites Educativos. Cadernos SACAUSEF - Sistema de Avaliação, Certificação e Apoio à Utilização de Software para a Educação e a Formação, Número 2, Ministério da Educação, pp. 55-78.

Disponível em http://hdl.handle.net/1822/5922

O meu propósito é referir algumas notas pertinentes acerca deste documento.

Na Web a profusão de informação é muito acentuada, contribuindo para isso o crescimento do número de sites diariamente. Há estudos que confirmam que se vai construindo diariamente conhecimento de forma exponencial, ao ponto de duplicar de 18 em 18 meses. No entanto, a publicação online não é necessariamente sujeita a qualquer avaliação prévia da sua qualidade, como acontece geralmente, numa editora.
Assim, há uma necessidade crescente e imperiosa de se aprender a distinguir sites, consoante a sua qualidade. É muito importante, para que os profesores possam rentabilizar a internet nas suas práticas educativas, que aprendam as dimensões e indicadores de qualidade de um site educativo.
Os sites, tal como tudo, foram evoluindo no seu design gráfico, na diversidade de recursos que são disponibilizados, na intensificação da comunicação e no novo papel atribuído ao utilizador (passou a interagir com a informação; produzir os seus próprios textos e a disponibilizá-los online e a editar colaborativamente online).
Um Website educativo deve integrar as seguintes componentes: página inicial; identidade; data de criação e actualização; pesquisa; novidades; optimização; copyright e RSS (Registo do utilizador no site para receber uma notificação de cada vez que a página é alterada).
No documento são citados diversos autores que referem as suas ideias, dimensões e indicadores de qualidade de um site. Concorde-se ou não são as posições, designações e agrupamentos efectuados por esses autores.
A autora deste documento propõe nove dimensões para integrar os indicadores de qualidade de um site educativo, nomeadamente: identidade, usabilidade, rapidez de acesso, níveis de interactividade, informação, actividades, edição colaborativa online, espaço de partilha e comunicação.
A concluir, é fundamental para os agentes educativos saberem identificar os indicadores de qualidade de um site educativo, nas diversas dimensões, devido à sua crescente relevância para as práticas de ensino/aprendizagem.
Um site pode não ser completo (sem algumas funcionalidades) mas ser rico do ponto de vista do conteúdo e cabe ao professor orientar os alunos, com actividades motivadoras, para a pesquisa do seu conteúdo.
Os alunos invadem-se de satisfação por publicar online e acabam por ler mais e escrever mais. Assim, é importante que o professor integre nas suas práticas sites educativos com qualidade existentes na Web, oriente a aprendizagem dos seus alunos, rentabilizando a internet nos processos de ensino/aprendizagem.

quinta-feira, 18 de março de 2010

REFLEXÃO DA LEITURA I

Carvalho, A. (2007). Rentabilizar a Internet no Ensino Básico e Secundário: dos Recursos e Ferramentas Online aos LMS. Sísifo. Revista de Ciências da Educação, 03, pp.25-40.

Disponível em http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/7142/1/sisifo03PT02.pdf

Este artigo publicado na revista Sísifo (Revista de Ciências da Educação) aborda a temática da rentabilização da internet no Ensino Básico e Secundário.
O meu propósito é referir algumas notas do artigo que considero relevantes no processo de ensino/aprendizagem.

Com o emergir do conhecimento em rede, as facilidades do acesso à internet, a importância da necessidade da conectividade é uma realidade imprescindível no séc. XXI. As iniciativas governamentais também vão nesse sentido com o equipamento das salas de informática e o programa "Escola, Professores e Computadores Portáteis". A ideia central é a rentabilização dos equipamentos informáticos e o aproveitamento do potencial de aprendizagem através da internet, com recursos e ferramentas online.
O ambiente digital tornou-se mais do que nunca familiar aos alunos e é importante integrar na prática lectiva actividades, como por exemplo, exercícios de correcção automática, simulações, jogos, Caça ao Tesouro, WebQuest, ...
Com o conectivismo surgiu a necessidade de novas capacidades, nomeadamente pesquisar, seleccionar e citar, avaliar a informação encontrada, cooperar e colaborar online, publicar e partilhar.
O mais importante já não é o acumular de conhecimento, pois ele aumenta exponencialmente na Web, mas a capacidade de o seleccionar, avaliar, transformar e reutilizar em novas situações, diferentes contextos, contribuindo assim para a sua rentabilização.
O recurso às tecnologias e à internet motiva os alunos pela publicação dos trabalhos, pois sabem que outros podem ver o que fizeram e ainda têm a possibilidade de receberem comentários ao trabalho, invadindo-os de satisfação. Além disso, o seu trabalho pode ser observado por professoes, colegas e encarregados de educação.
A utilização dos recursos existentes na Web implica a necessidade de saber pesquisar, avaliar a informação encontrada, referir as fontes correctamente e destinguir citar de plagiar.
As plataformas LMS surgiram um pouco por todas as escolas com o incentivo do Ministério da Educação. Naturalmente, que têm vantagens e limitações, mas estão a ser mais usadas como um repositório e não como espaço de apoio à aprendizagem, de orientação, para questionar, refectir e aprender colaborativamente.
Considero muito pertinente a ideia de que as novas ferramentas podem ser rentabilizadas no processo de ensino/aprendizagem, tendo o professor um novo papel a desempenhar. Para isso é necessário nos professores um espírito aberto e adaptável às TIC, sensibilizados para uma aprendizagem ao longo da vida. Além disso, é extremamente importante envolver os alunos na sua aprendizagem, contribuindo para aprendizagens significativas e desenvolvendo neles o pensamento crítico, preparando-os para a tomada de decisões.

CAÇA AO TESOURO DA EQUAÇÃO


Esta actividade destina-se a alunos do 3º Ciclo.

"A Álgebra é generosa; ela frequentemente dá mais do que aquilo que lhe é pedido."
Jean Le Rond
D´Alembert

INTRODUÇÃO

Esta actividade aborda um tópico do tema da Álgebra, mais concretamente as equações.
O objectivo é essencialmente consolidar a resolução de equações e aplicar as equações à resolução de problemas.

Responde às seguintes questões, procurando apoio nos recursos que surgem com cada questão e no final equaciona e resolve o problema.

QUESTÕES

1. O que é uma equação? E como resolver uma equação?


2. O que entendes por equação literal? Dá um exemplo.


PROBLEMA:

"Nós, os burros, somos muito sociais.
O quadrado da décima parte de nós vai à feira acompanhar os respectivos donos; a quinta parte de nós passeia as criancinhas pela serra e os 15 restantes mostram a aldeia antiga aos turistas.
Afinal, quantos burros somos?"